SEMANÁRIO LITÚRGICO
III DOMINGO DA PÁSCOA
III DOMINGO DA PÁSCOA
ANTÍFONA DE ENTRADA
Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira,
1. Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao altar com os ministros, durante o canto de entrada
ACLAMAI O SENHOR DEUS, Ó TERRA INTEIRA,
CANTAI SALMOS A SEU NOME GLORIOSO,
DAI A DEUS A MAIS SUBLIME LOUVAÇÃO,
ALELUIA, ALELUIA!
PELA GRANDEZA E O PODER DE VOSSA FORÇA,
VOSSOS PRÓPRIOS INIMIGOS VOS BAJULAM.
ACLAMAI O SENHOR DEUS, Ó TERRA INTEIRA,
CANTAI SALMOS A SEU NOME GLORIOSO,
DAI A DEUS A MAIS SUBLIME LOUVAÇÃO,
ALELUIA, ALELUIA!
TODA A TERRA VOS ADORE COM RESPEITO
E PROCLAME O LOUVOR DE VOSSO NOME!
ACLAMAI O SENHOR DEUS, Ó TERRA INTEIRA,
CANTAI SALMOS A SEU NOME GLORIOSO,
DAI A DEUS A MAIS SUBLIME LOUVAÇÃO,
ALELUIA, ALELUIA!
VINDE VER TODAS AS OBRAS DO SENHOR:
SEUS PRODÍGIOS ESTUPENDOS ENTRE OS HOMENS
SAUDAÇÃO
2. Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se for oportuno, incensa-o. Em seguida, todos dirigem-se às cadeiras.
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz, enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo e abrindo os braços, saúda-o:
Pres: O Deus da esperança, que nos cumula de toda alegria e paz em nossa fé, pela ação do Espírito Santo, esteja convosco.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo!
3. O sacerdote, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.
RITO DA ASPERSÃO
O sacerdote de pé junto à cadeira, voltado para o povo, tendo diante de si a vasilha com a água que vai ser abençoada convida o povo a rezar, com estas palavras ou outras semelhantes:
Pres: Irmãos e irmãs em Cristo, invoquemos o Senhor nosso Deus para que se digne abençoar esta água que vai ser aspergida sobre nós, recordando nosso batismo. Que ele se digne ajudar-nos para permanecermos fiéis ao Espírito que recebemos.
E, após um momento de silêncio, continua, de mãos unidas, rezando uma das seguintes fórmulas:
Pres: Senhor nosso Deus, velai sobre vosso povo e, ao celebrarmos a maravilha da nossa criação e a maravilha ainda maior de nossa redenção, dignai-vos abençoar + esta água. Fostes Vós que a criastes para fecundar a terra, para lavar nossos corpos e refazer nossas forças. Também a fizestes instrumento da vossa misericórdia: por ela libertastes o vosso povo do cativeiro e aplacastes no deserto a sua sede; por ela os profetas anunciaram a nova aliança que era vosso desejo concluir com os seres humanos; por ela finalmente, consagrada pelo Cristo no Jordão, renovastes, pelo banho do novo nascimento, a nossa natureza pecadora. Que esta água seja para nós uma recordação do nosso batismo e nos faça participar da alegria dos que foram batizados na Páscoa. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
Onde a situação do lugar ou a tradição popular aconselharem manter o costume de misturar o sal à água, o sacerdote benze o sal, dizendo:
Pres: Deus de bondade, abençoai + o sal que mandastes o profeta Eliseu lançar a água para torná-la fecunda. Fazei, ó Deus, que por toda parte onde esta mistura de água e sal for aspergida, seja afastado todo ataque do inimigo, e guarde-nos constantemente a presença do Espírito Santo. Por Cristo, nosso Senhor
Ass: Amém.
Em seguida, põe o sal na água.
Tomando o aspersório, o sacerdote asperge a si mesmo e aos ministros, em seguida ao clero e ao povo, percorrendo a igreja, se for oportuno.
VI A ÁGUA SAINDO DO LADO DIREITO DO TEMPLO, ALELUIA!
E TODOS AQUELES A QUEM CHEGOU ESSA ÁGUA
FORAM SALVOS, ALELUIA, ALELUIA!
A MÃO DIREITA DO SENHOR FEZ MARAVILHAS.
A MÃO DIREITA DO SENHOR ME LEVANTOU.
VI A ÁGUA SAINDO DO LADO DIREITO DO TEMPLO, ALELUIA!
E TODOS AQUELES A QUEM CHEGOU ESSA ÁGUA
FORAM SALVOS, ALELUIA, ALELUIA!
NÃO MORREREI, MAS AO CONTRÁRIO, VIVEREI,
PARA CANTAR AS GRANDES OBRAS DO SENHOR.
VI A ÁGUA SAINDO DO LADO DIREITO DO TEMPLO, ALELUIA!
E TODOS AQUELES A QUEM CHEGOU ESSA ÁGUA
FORAM SALVOS, ALELUIA, ALELUIA!
A PEDRA QUE OS PEDREIROS REJEITARAMTORNOU-SE, AGORA, A PEDRA ANGULAR.
VI A ÁGUA SAINDO DO LADO DIREITO DO TEMPLO, ALELUIA!
E TODOS AQUELES A QUEM CHEGOU ESSA ÁGUA
FORAM SALVOS, ALELUIA, ALELUIA!
PELO SENHOR É QUE FOI FEITO TUDO ISSO,
QUE MARAVILHAS ELE FEZ A NOSSOS OLHOS.
DESTA CASA DO SENHOR VOS BENDIZEMOS.
QUE O SENHOR E NOSSO DEUS NOS ILUMINE!
VI A ÁGUA SAINDO DO LADO DIREITO DO TEMPLO, ALELUIA!
E TODOS AQUELES A QUEM CHEGOU ESSA ÁGUA
FORAM SALVOS, ALELUIA, ALELUIA!
Voltando à cadeira e terminado o canto, o sacerdote, de pé, voltado para o povo, diz:
Pres: Deus todo-poderoso nos purifique dos nossos pecados e, pela celebração desta Eucaristia, nos torne dignos da mesa do seu reino.
Ass: Amém.
Pres: Kýrie, eléison.
Ass: Kýrie, eléison.
Pres: Christe, eléison.
Ass: Christe, eléison.
Pres: Kýrie, eléison.
Ass: Kýrie, eléison.
GLÓRIA
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E NA TERRA PAZ AOS HOMENS
POR ELE AMADOS, POR ELE AMADOS.
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS
POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E NA TERRA PAZ AOS HOMENS
POR ELE AMADOS, POR ELE AMADOS.
SENHOR JESUS CRISTO, FILHO UNIGÊNITO.
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA!
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI,
TENDE PIEDADE DE NÓS!
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E NA TERRA PAZ AOS HOMENS
POR ELE AMADOS, POR ELE AMADOS.
SÓ VÓS SOIS SANTO, SÓ VÓS O SENHOR,
SÓ VÓS O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO.
COM O ESPÍRITO SANTO
NA GLÓRIA DE DEUS PAI, AMÉM!
GLÓRIA, GLÓRIA A DEUS NAS ALTURAS
E NA TERRA PAZ AOS HOMENS
POR ELE AMADOS, POR ELE AMADOS.
Ou, para a recitação:
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!
COLETA
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio, por algum tempo.
Então o sacerdote abrindo os braços reza a oração;
Ó Deus, o vosso povo sempre exulte
pela sua renovação espiritual.
Alegrando-se com a restituição da glória da adoção divina,
possa, com firme e grata esperança, aguardar o dia da ressurreição.
Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus,
e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo,
por todos os séculos dos séculos.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém
PRIMEIRA LEITURA
(At 5,27b-32.40b-41)
7. O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.
Leitor:Leitura dos Atos dos Apóstolos
Naqueles dias, os guardas levaram os apóstolos e os apresentaram ao Sinédrio. O sumo sacerdote começou a interrogá-los, dizendo: "Nós tínhamos proibido expressamente que vós ensinásseis em nome de Jesus. Apesar disso, enchestes a cidade de Jerusalém com a vossa doutrina. E ainda nos quereis tornar responsáveis pela morte desse homem!" Então Pedro e os outros apóstolos responderam: "É preciso obedecer a Deus, antes que aos homens. O Deus de nossos pais ressuscitou Jesus, a quem vós matastes, pregando-o numa cruz. Deus, por seu poder, o exaltou, tornando-o Guia Supremo e Salvador, para dar ao povo de Israel a conversão e o perdão dos seus pecados. E disso somos testemunhas, nós e o Espírito Santo, que Deus concedeu àqueles que lhe obedecem". Então mandaram açoitar os apóstolos e proibiram que eles falassem em nome de Jesus, e depois os soltaram. Os apóstolos saíram do Conselho, muito contentes, por terem sido considerados dignos de injúrias, por causa do nome de Jesus.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
(Sl 29)
8. O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.
— EU VOS EXALTO, Ó SENHOR, PORQUE VÓS ME LIVRASTES.
— EU VOS EXALTO, Ó SENHOR, POIS ME LIVRASTES, E NÃO DEIXASTES RIR DE MIM MEUS INIMIGOS! VÓS TIRASTES MINHA ALMA DOS ABISMOS E ME SALVASTES, QUANDO ESTAVA JÁ MORRENDO!
— CANTAI SALMOS AO SENHOR, POVO FIEL, DAI-LHE GRAÇAS E INVOCAI SEU SANTO NOME! POIS SUA IRA DURA APENAS UM MOMENTO, MAS SUA BONDADE PERMANECE A VIDA INTEIRA; SE À TARDE VEM O PRANTO VISITAR-NOS, DE MANHÃ VEM SAUDAR-NOS A ALEGRIA.
— CANTAI SALMOS AO SENHOR, POVO FIEL, DAI-LHE GRAÇAS E INVOCAI SEU SANTO NOME! POIS SUA IRA DURA APENAS UM MOMENTO, MAS SUA BONDADE PERMANECE A VIDA INTEIRA; SE À TARDE VEM O PRANTO VISITAR-NOS, DE MANHÃ VEM SAUDAR-NOS A ALEGRIA.
Ou, para a recitação:
— Eu vos exalto, ó Senhor, porque vós me livrastes.
— Eu vos exalto, ó Senhor, pois me livrastes, e não deixastes rir de mim meus inimigos! Vós tirastes minha alma dos abismos e me salvastes, quando estava já morrendo!
— Cantai salmos ao Senhor, povo fiel, dai-lhe graças e invocai seu santo nome! Pois sua ira dura apenas um momento, mas sua bondade permanece a vida inteira; se à tarde vem o pranto visitar-nos, de manhã vem saudar-nos a alegria.
— Escutai-me, Senhor Deus, tende piedade! Sede, Senhor, o meu abrigo protetor! Transformastes o meu pranto em uma festa, Senhor meu Deus, eternamente hei de louvar-vos!
SEGUNDA LEITURA
(Ap 5,11-14)
9. Se houver segunda leitura, o leitor a fará no ambão, como acima.
Leitor:Leitura do Livro do Apocalipse de São João
Eu, João, vi e ouvi a voz de numerosos anjos, que estavam em volta do trono, e dos Seres vivos e dos Anciãos. Eram milhares de milhares, milhões de milhões, e proclamavam em alta voz: "O Cordeiro imolado é digno de receber o poder, a riqueza, a sabedoria e a força, a honra, a glória e o louvor". Ouvi também todas as criaturas que estão no céu, na terra, debaixo da terra e no mar, e tudo o que neles existe, e diziam: "Ao que está sentado no trono e ao Cordeiro, o louvor e a honra, a glória e o poder para sempre". Os quatro Seres vivos respondiam: "Amém", e os Anciãos se prostraram em adoração daquele que vive para sempre.
Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.
ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
10. Segue-se o canto.
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
É PERFEITO O AMOR DE DEUS
EM QUEM GUARDA A SUA PALAVRA
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
11. Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Jo 21,1-19)
12. O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Pres:Naquele tempo, Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galiléia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. Simão Pedro disse a eles: "Eu vou pescar". Eles disseram: "Também vamos contigo". Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. Então Jesus disse: "Moços, tendes alguma coisa para comer?" Responderam: "Não". Jesus disse-lhes: "Lançai a rede à direita da barca, e achareis". Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: "É o Senhor!" Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar. Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. Jesus disse-lhes: "Trazei alguns dos peixes que apanhastes". Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. Jesus disse-lhes: "Vinde comer". Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?" Pedro respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse: "Apascenta os meus cordeiros". E disse de novo a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro disse: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus lhe disse: "Apascenta as minhas ovelhas". Pela terceira vez, perguntou a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: "Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir". Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou : "Segue-me".
Diác ou Pres:Naquele tempo, Jesus apareceu de novo aos discípulos, à beira do mar de Tiberíades. A aparição foi assim: Estavam juntos Simão Pedro, Tomé, chamado Dídimo, Natanael de Caná da Galiléia, os filhos de Zebedeu e outros dois discípulos de Jesus. Simão Pedro disse a eles: "Eu vou pescar". Eles disseram: "Também vamos contigo". Saíram e entraram na barca, mas não pescaram nada naquela noite. Já tinha amanhecido, e Jesus estava de pé na margem. Mas os discípulos não sabiam que era Jesus. Então Jesus disse: "Moços, tendes alguma coisa para comer?" Responderam: "Não". Jesus disse-lhes: "Lançai a rede à direita da barca, e achareis". Lançaram pois a rede e não conseguiam puxá-la para fora, por causa da quantidade de peixes. Então, o discípulo a quem Jesus amava disse a Pedro: "É o Senhor!" Simão Pedro, ouvindo dizer que era o Senhor, vestiu sua roupa, pois estava nu, e atirou-se ao mar. Os outros discípulos vieram com a barca, arrastando a rede com os peixes. Na verdade, não estavam longe da terra, mas somente a cerca de cem metros. Logo que pisaram a terra, viram brasas acesas, com peixe em cima, e pão. Jesus disse-lhes: "Trazei alguns dos peixes que apanhastes". Então Simão Pedro subiu ao barco e arrastou a rede para a terra. Estava cheia de cento e cinquenta e três grandes peixes; e apesar de tantos peixes, a rede não se rompeu. Jesus disse-lhes: "Vinde comer". Nenhum dos discípulos se atrevia a perguntar quem era ele, pois sabiam que era o Senhor. Jesus aproximou-se, tomou o pão e distribuiu-o por eles. E fez a mesma coisa com o peixe. Esta foi a terceira vez que Jesus, ressuscitado dos mortos, apareceu aos discípulos. Depois de comerem, Jesus perguntou a Simão Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas mais do que estes?" Pedro respondeu: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus disse: "Apascenta os meus cordeiros". E disse de novo a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro disse: "Sim, Senhor, tu sabes que eu te amo". Jesus lhe disse: "Apascenta as minhas ovelhas". Pela terceira vez, perguntou a Pedro: "Simão, filho de João, tu me amas?" Pedro ficou triste, porque Jesus perguntou três vezes se ele o amava. Respondeu: "Senhor, tu sabes tudo; tu sabes que eu te amo". Jesus disse-lhe: "Apascenta as minhas ovelhas. Em verdade, em verdade te digo: quando eras jovem, tu te cingias e ias para onde querias. Quando fores velho, estenderás as mãos e outro te cingirá e te levará para onde não queres ir". Jesus disse isso, significando com que morte Pedro iria glorificar a Deus. E acrescentou : "Segue-me".
13. Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
14. Nos domingos e festas de preceito, faça-se a homilia, também recomendável nos outros dias.
PROFISSÃO DE FÉ
15. Terminada a homilia, seja feita, quando prescrita, a profissão de fé:
Pres: Professemos a nossa fé.
Ass: Creio em um só Deus, Pai todo-poderoso, criador do céu e da terra, de todas as coisas visíveis e invisíveis. Creio em um só Senhor, Jesus Cristo, Filho Unigênito de Deus, nascido do Pai antes de todos os séculos: Deus de Deus, luz da luz, Deus verdadeiro de Deus verdadeiro, gerado, não criado, consubstancial ao Pai. Por ele todas as coisas foram feitas. E phor nós, homens, e para nossa salvação, desceu dos céus:
(Todos se inclinam)
e se encarnou pelo Espírito Santo, no seio da Virgem Maria, e se fez homem.
(Todos se erguem)
Também por nós foi crucificado sob Pôncio Pilatos; padeceu e foi sepultado. Ressuscitou ao terceiro dia, conforme as Escrituras, e subiu aos céus, onde está sentado à direita do Pai. E de novo há de vir, em sua glória, para julgar os vivos e os mortos; e o seu reino não terá fim. Creio no Espírito Santo, Senhor que dá a vida, e procede do Pai e do Filho; e com o Pai e o Filho é adorado e glorificado: ele que falou pelos profetas. Creio na Igreja, una, santa, católica e apostólica. Professo um só batismo para remissão dos pecados. E espero a ressurreição dos mortos e a vida do mundo que há de vir. Amém.
ORAÇÃO UNIVERSAL
16. Em seguida, faz-se a oração universal ou dos fiéis.
Pres: Caríssimos fiéis:
Voltemos para Jesus o nosso olhar
e peçamos-Lhe que dê coragem aos que trabalham pela Igreja
e aos que sofrem humilhações pelo seu nome,
dizendo (ou: cantando), com alegria:
Cristo, ouvi-nos. Cristo, atendei-nos.
Pelo Papa Urbano a quem Jesus pede que O ame,
pelas ovelhas e cordeiros que ele apascenta
e pelos bispos que com ele seguem a Cristo,
oremos.
Pelos que semeiam a Palavra e lançam as redes,
pelos que obedecem a Deus antes que aos homens
e pelos que sofrem por fidelidade à sua fé,
oremos.
Pelos homens públicos, construtores da paz,
pelos que têm poder e procuram servir bem
e pelos povos que anseiam por mais pão,
oremos
Pelos que estão presos por amarem a justiça,
pelos que sofrem por dizerem a verdade
e pelos que são perseguidos por falarem de Jesus,
oremos.
Pelos jovens que participam nesta assembleia,
pelas crianças que vão receber o Pão da vida
e pelos adultos a quem Jesus pede que O sigam,
oremos.
Pres: Senhor Jesus ressuscitado,
que nas margens do mar da Galileia
preparastes a refeição para os Apóstolos,
partilhai conosco o vosso amor
e conduzi-nos ao festim da eternidade.
Vós que viveis e reinais por todos os séculos dos séculos.
OFERTÓRIO
17. Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.
BENDIGO O SENHOR NA ALEGRIA QUERO LOUVÁ-LO EM MINHA VIDA, ALELUIA!
BENDIZE MINH'ALMA AO SENHOR
BENDIREI AO SENHOR TODA A VIDA,
CANTAREI AO MEU DEUS SEM CESSAR!
BENDIGO O SENHOR NA ALEGRIA QUERO LOUVÁ-LO EM MINHA VIDA, ALELUIA!
O SENHOR É FIEL PARA SEMPRE
FAZ JUSTIÇA AOS QUE SÃO OPRIMIDOS
BENDIGO O SENHOR NA ALEGRIA QUERO LOUVÁ-LO EM MINHA VIDA, ALELUIA!
ELE DÁ ALIMENTO AOS FAMINTOS
É O SENHOR QUEM LIBERTA OS CATIVOS.
BENDIGO O SENHOR NA ALEGRIA QUERO LOUVÁ-LO EM MINHA VIDA, ALELUIA!
18. Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucarística, ou outros dons para o auxílio da comunidade e dos pobres.
19. O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório o povo acrescenta a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
20. Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
21. Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
SOBRE AS OFERENDAS
25. No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres:Orai, irmãos e irmãs, para que o meu e vosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do Seu nome, para nosso bem e de toda a sua Santa Igreja.
26. Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas:
Pres: Aceitai, Senhor, os dons da vossa Igreja em festa
e concedei o fruto da eterna alegria
a quem destes motivo de tão grande júbilo.
Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.
PREFÁCIO DA PÁSCOA III
O Cristo vivo, que sempre intercede por nós
Começando a Oração Eucarística, o sacerdote abre os braços e diz:
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio
Pres: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação proclamar vossa glória, ó Pai, em todo tempo, mas, com maior júbilo, louvar-vos neste tempo porque Cristo, nossa Páscoa, foi imolado. Ele continua a oferecer-se por nós e junto de vós é nosso eterno defensor. Imolado, já não morre; e, morto, agora vive eternamente. Por isso, transbordando de alegria pascal, exulta a criação por toda a terra; também as virtudes celestes e as Potestades angélicas proclamam um hino à vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz...
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR,
DEUS DO UNIVERSO, HOSANA NAS ALTURAS
O CÉU E TODA A TERRA PROCLAMAM A VOSSA GLÓRIA
BENDITO É O QUE VEM EM NOME DO SENHOR
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR,
DEUS DO UNIVERSO, HOSANA NAS ALTURAS
ORAÇÃO EUCARÍSTICA II
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Na verdade, ó Pai, vós sois santo e fonte de toda santidade.
Une as mãos e, estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Santificai, pois, estes dons, derramando sobre eles o vosso Espírito,
une as mãos e traça o sinal da cruz ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
a fim de que se tornem para nós o Corpo e ✠ o Sangue de Jesus Cristo.
Une as mãos.
A assembleia aclama:
Ass: Enviai o vosso Espírito Santo!
O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Estando para ser entregue e abraçando livremente a paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças deu graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
Então prossegue:
Pres: Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos e, dando graças novamente, o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
Em seguida, diz:
Pres: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, o memorial da morte e ressurreição do vosso Filho, nós vos oferecemos, ó Pai, o Pão da vida e o Cálice da salvação; e vos agradecemos porque nos tornastes dignos de estar aqui na vossa presença e vos servir.
A assembleia aclama:
Ass: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
Pres: Suplicantes, vos pedimos que, participando do Corpo e Sangue de Cristo, sejamos reunidos pelo Espírito Santo num só corpo.
A assembleia aclama:
Ass: O Espírito nos una num só corpo!
1C: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja que se faz presente pelo mundo inteiro; e aqui convocada no dia em que Cristo venceu a morte e nos fez participantes de sua vida imortal; que ela cresça na caridade, em comunhão com o Papa Urbano, com o nosso bispo N.* os bispos do mundo inteiro, os presbíteros, os diáconos e todos os ministros do vosso povo.
A assembleia aclama:
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, da vossa Igreja!
2C: Lembrai-vos do vosso filho (da vossa filha) N., que (hoje) chamastes deste mundo à vossa presença. Tendo sido sepultado (a) com Cristo em sua morte, no batismo, participe igualmente da sua ressurreição.
2C: Lembrai-vos também, na vossa misericórdia, dos (outros) nossos irmãos e irmãs que adormeceram na esperança da ressurreição e de todos os que partiram desta vida; acolhei-os junto a vós na luz da vossa face.
A assembleia aclama:
Ass: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
3C: Enfim, nós vos pedimos, tende piedade de todos nós e dai-nos participar da vida eterna, com a Virgem Maria, mãe de Deus, São José, seu esposo, os Apóstolos, (São N.: Santo do dia ou padroeiro) e todos os Santos que neste mundo viveram na vossa amizade, a fim de vos louvarmos e glorificarmos
Une as mãos
por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com hóstia e o cálice, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
Ass: Amém.
ORAÇÃO DO SENHOR
125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer...
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco!
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
131. Enquanto isso, canta-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE, TENDE PIEDADE
TENDE PIEDADE, PIEDADE DE NÓS!
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ,
DAI-NOS A PAZ, SENHOR,
A VOSSA PAZ
Para recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Pres: Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.
133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Eu sou o pão vivo, que desceu do céu: se alguém come deste Pão viverá eternamente.
Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.
137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
O CRISTO, NOSSO CORDEIRO PASCAL, FOI IMOLADO, ALELUIA.
CELEBREMOS, PORTANTO, A FESTA, COM OS ÁZIMOS
DA SINCERIDADE E DA VERDADE. ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
DAI GRAÇAS AO SENHOR, PORQUE ELE É BOM!
ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
A CASA DE ISRAEL AGORA O DIGA:
ETERNA É A SUA MISERICÓRDIA!
O CRISTO, NOSSO CORDEIRO PASCAL, FOI IMOLADO, ALELUIA.
CELEBREMOS, PORTANTO, A FESTA, COM OS ÁZIMOS
DA SINCERIDADE E DA VERDADE. ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
NA MINHA ANGÚSTIA EU CLAMEI PELO SENHOR,
E O SENHOR ME ATENDEU E LIBERTOU!
É MELHOR BUSCAR REFÚGIO NO SENHOR,
DO QUE POR NO SER HUMANO A ESPERANÇA.
O CRISTO, NOSSO CORDEIRO PASCAL, FOI IMOLADO, ALELUIA.
CELEBREMOS, PORTANTO, A FESTA, COM OS ÁZIMOS
DA SINCERIDADE E DA VERDADE. ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
EMPURRARAM-ME, TENTANDO DERRUBAR-ME,
MAS VEIO O SENHOR EM MEU SOCORRO.
O SENHOR É MINHA FORÇA E O MEU CANTO,
E TORNOU-SE PARA MIM O SALVADOR.
O CRISTO, NOSSO CORDEIRO PASCAL, FOI IMOLADO, ALELUIA.
CELEBREMOS, PORTANTO, A FESTA, COM OS ÁZIMOS
DA SINCERIDADE E DA VERDADE. ALELUIA, ALELUIA, ALELUIA!
138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
DEPOIS DA COMUNHÃO
Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Senhor, olhai com bondade o vosso povo
e fazei chegar à incorruptível ressurreição da carne
aqueles que renovastes pelos sacramentos da vida eterna.
Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
BENÇÃO SOLENE
142. Segue-se o rito de despedida. O sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo:
Pres: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
Pres: Deus, que pela ressurreição do seu Filho único vos deu a graça da redenção e vos adotou como filhos e filhas, vos conceda a alegria de sua bênção!
Pres: Aquele que, por sua morte, vos deu a eterna liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança eterna!
Ass: Amém.
Pres: Aquele que, por sua morte, vos deu a eterna liberdade, vos conceda, por sua graça, a herança eterna!
Ass: Amém.
Pres: E, vivendo agora retamente, possais no céu unir-vos a Deus, para o qual, pela fé, já ressuscitastes no batismo!
Ass: Amém.
O sacerdote abençoa o povo dizendo:
Pres: Abençoe-vos Deus todo-poderoso, Pai e Filho + e Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
Pres: Em nome do Senhor, ide em paz e o Senhor vos acompanhe!
Ass: Graças a Deus!
ANTÍFONA MARIANA


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