POSSE CANÔNICA DE
DOM BRUNO SOUZA CARDEAL NOVAK, OFMCap
COMO
ARCEBISPO METROPOLITANO METROPOLITANA DE SÃO PAULO
E
DOM ARTURO CARDEAL FERRETTI
COMO
ARCEBISPO-COADJUTOR DA ARQUIDIOCESE DE SÃO PAULO
(Catedral da Sé)
31/10/2024 | 21h00
RECEPÇÃO DO ARCEBISPO METROPOLITANO
E DO ARCEBISPO-COADJUTOR
Estando os clérigos postado à porta da Catedral da Sé, o Celebrante e os Arcebispos devidamente paramentados com suas vestes corais e os presbíteros com alva e estola, sentados ao banco.
Ao chegar à Catedral, o Arcebispo Metropolitano, o Arcebispo-Coadjutor e o Celebrante seguem para o altar, onde se ajoelham diante do sacrário e fazem uma breve oração.
Ao terminar a oração, segue-se a paramentação e a procissão inicial.
Tomam parte na procissão inicial: o Celebrante, o Arcebispo Metropolitano, o Arcebispo Coadjutor e os Bispos Auxiliares, revestidos de casula e mitra. Os presbíteros, somente de alva e estola.
CANTO DE RECEPÇÃO
Ecce Sacerdos Magnus (CLIQUE AQUI)
RITOS INICIAS
CANTO DE ENTRADA
Povo de Reis (CLIQUE AQUI)
℣.: Em nome do Pai e do + Filho e do Espírito Santo.
℟.: Amém.
℣.: A paz esteja convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
LEITURA DAS LETRAS APOSTÓLICAS E POSSE CANÔNICA
℣.: Que sejam lidas as Letras Apostólicas!
O Chanceler da Arquidiocese, tomando a Bula Pontifícia, se dirige ao ambão:
L: Augusto, Bispo. Servo dos Servos de Deus. Aos veneráveis irmãos Bruno Souza Novak, OFMCap, até o presente ordinariamente Prefeito do Dicastério para o Serviço do Desenvolvimento Humano Integral, nomeado Arcebispo-Metropolitano de São Paulo, e Arturo Cardeal Ferretti, até o presente Prefeito do Dicastério para a Promoção da Unidade dos Cristãos e Decano do Supremo Tribunal da Assinatura Apostólica, saudação e Bênção Apostólica. Perseveremos fiéis a Deus, que enviou seu Filho único como mediador de sua Palavra, para que não só mostrasse e oferecesse por qual caminho haveria de conduzir-nos para aquele fim que prometeu por meio dele, mas também ao mesmo tempo fosse pouco para ele (o Pai) fazer do Filho o demonstrador do caminho, ele o fez o próprio caminho, para que caminhássemos por amor dele conduzindo-nos. Meditando essas belíssimas palavras de Santo Agostinho de Hipona, com amor paternal para com as necessidades pastorais, enternecemos o sentimento à comunidade eclesial de São Paulo, atualmente privada de seu Pastor, depois que, por Nossa vontade, o Venerável Irmão Giovanni Battista Cardeal Rè, foi transferido para o cargo de Secretário de Estado da Santa Sé. Cogitamos, portanto, a respeito de vós, veneráveis irmãos, que exercendo vossos ofícios apostólicos junto à Cúria desta Sé Apostólica, já cumularam méritos e parecem providos de dotes que lhes tornam aptos para executar este novo ofício. Por conseguinte, ouvido o parecer do Dicastério para os Bispos, com a plenitude de nossa Autoridade Apostólica, num vínculo separado de superior da Igreja, Nós vos constituímos Arcebispo Metropolitano e Arcebispo-Coadjutor de São Paulo, respectivamente, dados os devidos direitos e impostas as devidas obrigações. Isto de nosso decreto desejamos que instruam o clero e o povo dessa comunidade eclesial, a qual exortamos para que lhes recebam como Pai que dirige, mestre que seja ouvido e guardião das almas para proteger. Confiando-lhes esses ofícios, veneráveis irmãos, rogamos a Deus para que concedam-lhes ser abrasado no ardor da caridade e em tempo algum faltar ao povo que deve ser beneficiado, o qual, conduzido por vossos exemplos e prontidão, em nenhuma debilidade humana deixem de confiar nas promessas do Pai misericordioso, ao mesmo tempo que à justificação para os pecadores, dignificação para os desamparados, imortalidade para os mortais. Dado em Roma, junto de São Pedro, no vigésimo quinto dia do mês de outubro, ano do Senhor dois mil e vinte e quatro, primeiro do nosso Pontificado.
Finda a leitura, o Chanceler mostra as Letras Apostólicas à assembleia, que responde.
℟.: Graças a Deus!
Todos se levantam.
O Celebrante, portando o báculo, convida o Arcebispo Metropolitano para dirigir-se à Cátedra, e apoiando-o pela mão o senta.
Em seguida, senta o Arcebispo-Coadjutor em uma cadeira ao lado do Arcebispo Metropolitano.
℣.: Oremos pelo nosso Bispo, Bruno.
℟.: Que ele vigie e apascente com Vossa fortaleza, Senhor, na sublimidade do Vosso Nome.
De pé, ambos Arcebispos recebem a saudação dos Bispos, começando pelo Celebrante principal e os demais Bispos.
Omite-se o Ato Penitencial e o Glória. O Arcebispo Metropolitano dá seguimento à Missa.
ORAÇÃO DO DIA
℣.: Oremos.
Ó Deus, em cada uma das Igrejas que peregrinam pela Terra, manifestais a vossa Igreja una, santa, católica e apostólica. Concedei benigno à vossa família permanecer unida ao seu pastor, e, pelo Evangelho e pela Eucaristia, ser congregada no Espírito Santo de tal modo que expresse dignamente a universalidade do vosso povo, e se torne no mundo sinal e instrumento da presença de Cristo. Ele, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
℟.: Amém.
LITURGIA DA PALAVRA
PRIMEIRA LEITURA
O Senhor me ungiu e enviou-me para dar a boa-nova aos humildes.
Is 61,1-3
L. Leitura do Livro do Profeta Isaías
O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu; enviou-me para dar a boa-nova aos humildes, curar as feridas da alma, pregar a redenção para os cativos e a liberdade para os que estão presos; para proclamar o tempo da graça do Senhor e o dia da vingança do nosso Deus; para consolar todos os que choram, para reservar e dar aos que sofrem por Sião uma coroa, em vez de cinza, o óleo da alegria, em vez da aflição, o manto do louvor, em vez da capa da tristeza.
Palavra do Senhor.
℟.: Graças a Deus.
SALMO RESPONSORIAL
Sl 22, 1-6
L. O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma.
℟.: O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma.L. O Senhor é o pastor que me conduz; não me falta coisa alguma.
Pelos prados e campinas verdejantes ele me leva a descansar.
Para as águas repousantes me encaminha e restaura as minhas forças. ℟.:
L. Ele me guia no caminho mais seguro pela honra do seu nome.
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei;
Estais comigo com bastão e com cajado; eles me dão a segurança! ℟.:
Mesmo que eu passe pelo vale tenebroso, nenhum mal eu temerei;
Estais comigo com bastão e com cajado; eles me dão a segurança! ℟.:
e com óleo vós ungis minha cabeça; o meu cálice transborda. ℟.:
e, na casa do Senhor, habitarei pelos tempos infinitos. ℟.:
PROCLAMAÇÃO DO EVANGELHO
Aquele que proclamará o Evangelho, inclinando-se diante do Santo Padre, pede a bênção em voz baixa:
L: Dá-me a tua bênção.
℣.: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
L: Amém.
Enquanto isso, a assembleia entoa:
ACLAMAÇÃO DO EVANGELHO (CLIQUE AQUI)
O sacerdote recolhe o Evangeliário no altar e, em procissão, caminha até o ambão onde o deposita.
L: O Senhor esteja convosco!
℟.: Ele está no meio de nós.
L: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo Mateus.
℟.: Glória a vós, Senhor!
L: Naquele tempo, disse Jesus a seus discípulos: “Vós sabeis que os chefes das nações têm poder sobre elas e os grandes as oprimem. Entre vós não deverá ser assim. Quem quiser tornar-se grande, torne-se vosso servidor; quem quiser ser o primeiro, seja vosso servo. Pois o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida como resgate em favor de muitos”.
Palavra da Salvação.
℟.: Glória a vós, Senhor!
ORAÇÃO UNIVERSAL
℣.: Irmãos e irmãs,
ergamos nossas preces a Deus Pai
para que Ele se incline a escutar com bondade
as súplicas do seu povo aqui congregado.
℟.: Escutai-nos, ó Senhor.
L: Oremos, irmãos caríssimos,
pelo Sumo Pontífice, o Papa Augusto, e todo o colégio apostólico, para que sejam sinais visíveis da unidade da fé,
da comunhão e da caridade,
pastoreando a todo o povo de Deus
na busca pela santidade.
℟.: Escutai-nos, ó Senhor.
L: Senhor, Pai querido, nós vos damos graças pelas presenças de Dom Bruno e Dom Arturo, como pastores da Igreja de São Paulo, dai-lhes os dons do vosso Espírito para que continuem conduzindo nossa Arquidiocese na vivência da comunhão e missão.
℟.: Escutai-nos, ó Senhor.
L: Oremos, irmãos caríssimos,
pela Igreja Metropolitana de São Paulo, em sua riqueza de paróquias e carismas, para que continue crescendo no anúncio da alegria do Evangelho
e seja rica em fraternidade entre o clero, os religiosos e os leigos,
em comunhão com o seu pastor.
℟.: Escutai-nos, ó Senhor.
L: Nós vos louvamos e vos bendizemos, Pai querido, pela ressurreição do vosso Filho que renova nossa vida cristã e pela intercessão de Nossa Senhora da Assunção, Mãe e Padroeira desta Arquidiocese, ajudai-nos a viver como Igreja missionária que acolhe, se renova e serve.
℟.: Escutai-nos, ó Senhor.
℣.: Pai de bondade e compaixão, aqui estão as súplicas do vosso povo. Concedei-lhe a graça de ser atendido em suas aspirações e necessidades. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
O sacerdote prepara as oferendas sobre o altar:
*Estendendo o corporal sobre o altar, deposito patena com hóstia magna ao centro.
*Deito vinho ao cálice, despejando uma gota de água e depositando-o no centro do corporal.
*Faço sinal ao Arcebispo para que se aproxime.
O Arcebispo Metropolitano toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio. Após, incensa as oferendas e o altar. Depois, o sacerdote incensa o Santo Padre e o povo.
O Santo Padre, de pé, ao lado do altar, lava as mãos.
℣.: Irmãos, ao oferecermos o sacrifício de toda a Igreja, oremos a Deus Pai todo-poderoso.
℟.: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
℣.: Oremos.
Ao celebrar o memorial do imenso amor do vosso Filho, rogamos humildemente, Senhor, que, pelo ministério da vossa Igreja, o fruto da obra redentora sirva para a salvação do mundo inteiro. Por Cristo, nosso Senhor.
℟.: Amém.
PREFÁCIO
A Igreja a caminho da unidade
℣.: O Senhor esteja convosco!
℟.: Ele está no meio de nós.
℣.: Corações ao alto!
℟.: O nosso coração está em Deus.
℣.: Demos graças ao Senhor, nosso Deus!
℟.: É nosso dever e nossa salvação.
℣.: Senhor, Pai de infinita bondade, é verdadeiramente nosso dever e nossa salvação dar-Vos graças e cantar-Vos um hino de glória e de louvor. Pela palavra do Evangelho do vosso Filho, de todos os povos, línguas e nações formastes uma só Igreja, pela qual, com o poder vivificante do vosso Espírito, continuais a congregar, numa só família, os homens de toda a terra. Manifestando a aliança do vosso amor, ela oferece a todos os homens a gloriosa esperança do vosso reino e resplandece no mundo como sinal da vossa fidelidade, que em Jesus Cristo, nosso Senhor, prometestes para sempre. Por isso, com os coros celestes, proclamamos na terra a vossa glória, dizendo, com toda a Igreja, numa só voz:
℟.: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do universo! O céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
O celebrante, de braços abertos, diz:
℣.: Na verdade, vós sois santo e digno de louvor, ó Deus, que amais os seres humanos e sempre os acompanhais no caminho da vida. Na verdade, é bendito o vosso Filho, presente no meio de nós, quando nos reunimos por seu amor. Como outrora aos discípulos de Emaús, ele nos revela as Escrituras e parte o pão para nós.
Estendendo-as sobre as oferendas, diz:
Por isso, nós vos suplicamos, Pai de bondade: enviai o vosso Espírito Santo para que santifique estes dons do pão e do vinho, une as mãos
e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo, sobre o pão e o cálice, dizendo:
e se tornem para nós o Corpo e + o Sangue
une as mãos
de nosso Senhor Jesus Cristo.
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
℣.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
℣.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
Jesus tomou o pão, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.
℣.: Do mesmo modo, no fim da Ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o cálice em suas mãos, deu-vos graças novamente e o entregou a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.
℣.: Mistério da fé!
A assembleia aclama:
℟.: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
℣.: Celebrando, pois, ó Pai santo, o memorial da Páscoa de Cristo, vosso Filho, nosso Salvador, anunciamos a obra do vosso amor; pela paixão e morte de cruz, vós o fizestes entrar na glória da ressurreição e o colocastes à vossa direita. Enquanto esperamos sua vinda gloriosa, nós vos oferecemos o Pão da vida e o Cálice da bênção.
Olhai com bondade a oferta da vossa Igreja; nela vos apresentamos o sacrifício pascal de Cristo, que nos foi entregue. E concedei que, pela força do Espírito do vosso amor, sejamos contados, agora e por toda a eternidade, entre os membros do vosso Filho, cujo Corpo e Sangue comungamos.
O Arcebispo-Coadjutor: Renovai, ó Pai, com a luz do Evangelho, a vossa Igreja que está em São Paulo. Fortalecei o vínculo da unidade entre os fiéis e os pastores do vosso povo, em comunhão com o nosso Papa Augusto, o nosso Bispo Bruno, comigo, vosso indigno servo, e seus Bispos-Auxiliares, e toda a ordem episcopal. Assim, neste mundo dilacerado por discórdias, o vosso povo brilhe como sinal profético de unidade e concórdia.
Cardeal Rè: Lembrai-vos dos nossos irmãos e irmãs que adormeceram na paz do vosso Cristo, e de todos os falecidos, cuja fé só vós conhecestes: acolhei-os na luz da vossa face e, na ressurreição, concedei-lhes a plenitude da vida.
Cardeal Sforza: Concedei também a nós, no fim da nossa peregrinação terrestre, chegarmos todos à morada eterna, onde viveremos para sempre convosco e, com a Bem-aventurada Virgem Maria, Mãe de Deus, os Apóstolos e Mártires, e todos os Santos, vos louvaremos e glorificaremos,
Une as mãos por Jesus Cristo, vosso Filho.
Ergue a patena com hóstia e o cálice, dizendo:
℣.: Por Cristo, com Cristo, em Cristo, a vós, Deus Pai todo poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda a honra e toda a glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.
RITO DA COMUNHÃO
℣.: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:
℟.: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O celebrante prossegue sozinho, de braços abertos:
℣.: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, aguardamos a feliz esperança e a vinda do nosso Salvador, Jesus Cristo.
℟.: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
℣.: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
Unindo as mãos, conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
℟.: Amém.
℣.: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
℟.: O amor de Cristo nos uniu.
Parte-se o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio.
℟.: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
℣.: Provai e vede como o Senhor é bom; feliz de quem nele encontra o seu refúgio. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
℟.: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
Segue-se à comunhão.
CANTO DE COMUNHÃO (CLIQUE AQUI)
℟.: Oremos.
Floresçam, Senhor, nesta vossa Igreja, e perdurem até o fim, a integridade da fé, a santidade dos costumes, o amor fraterno e a piedade autêntica; e não deixeis de conduzir com vossa proteção esta Igreja que sempre alimentais com a vossa Palavra e o Corpo do vosso Filho. Que vive e reina pelos séculos dos séculos.
℣.: Amém.
℣.: Ele está no meio de nós.
Sacerdote: Inclinai-vos para receber a bênção.
Todos se ajoelham, exceto o Celebrante.
℟.: Bendito seja o nome do Senhor.
℣.: Agora e para sempre.
℟.: O nosso auxílio está no nome do Senhor.
℣.: Que fez o céu e a terra.
℟.: Abençoe-vos Deus todo-poderoso Pai e Filho e Espírito Santo.
℣.:Amém.
Todos se levantam.
Sacerdote: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
℣.: Graças a Deus!

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