L'Osservatore Romano | Rossi revoluciona São Paulo: Divisão arrojada e confronto com a Curia Romana!





GIORNALE QUOTIDIANO • POLITICO RELIGIOSO

Città del Vaticano | Edizione del 24 marzo 2025

O QUE A CURIA ROMANA TEMIA: ROSSI TOMOU O PODER EM SÃO PAULO E O QUE VEM POR AÍ É UM TERREMOTO ECLESIAL!

NO PRIMEIRO DIA COMO ARCEBISPO, ROSSI REDEFINE OS RUMOS DA IGREJA EM SÃO PAULO!

A Curia Romana, que acreditava ter se livrado de Dom Rossi, foi pega de surpresa por um movimento inesperado e arrojado. No primeiro dia de seu arcebispado, o novo Arcebispo de São Paulo fez mais do que anunciar um novo ciclo: ele alterou a face da Igreja paulistana para sempre.

O plano de Rossi é claro, e não deixou margem para dúvidas. Ele criou novas paróquias, dividiu a Arquidiocese em duas regiões com perfis ideológicos totalmente distintos e reabilitou clérigos que estavam à margem da Igreja durante as administrações anteriores. A reação de Roma? Indignação e desconforto. O que deveria ser uma transição tranquila se transformou em um golpe de autoridade que, segundo fontes da própria Cúria, pegou muitos desprevenidos.

A nova divisão geográfica da Arquidiocese revela uma estratégia nítida: no lado sul, Dom Rossi reservou espaço para padres de linha moderada e progressista, uma homenagem explícita a Dom Mauro Morelli e seu legado de uma Igreja mais atenta às questões sociais, mas sem radicalismos. Já no lado leste, padres fervorosos, polêmicos e de forte tendência progressista, especialmente ligados à Teologia da Libertação, terão total liberdade para exercer sua missão. A escolha do Leste, segundo Rossi, é uma homenagem a Dom Angélico Bernardino, um ícone da luta pelos pobres e excluídos.

A reabilitação de clérigos que haviam sido afastados ou marginalizados pelas administrações anteriores escancara o desmantelo das nomeações passadas, onde interesses políticos e eclesiásticos sempre prevaleceram. Agora, não há mais conchavos, não há mais estratégias de acomodação: Rossi está redesenhando a Arquidiocese à sua imagem e semelhança, e os ventos de mudanças já são intensos.

A posse canônica de Dom Rossi está marcada para quinta-feira, e já se espera uma cerimônia repleta de tensão. A Cúria Romana, que achou que se livraria de seu antigo arcebispo, agora precisa engolir o fato de que Rossi chegou para ficar, e sua missão parece ser clara: transformar a Igreja de São Paulo em um campo de batalha ideológica, onde as diferentes correntes do clero serão colocadas frente a frente. O que se segue a essa posse? Uma verdadeira revolução ou o início de um conflito irreversível dentro da Igreja? O futuro da Arquidiocese e de seu relacionamento com Roma nunca foi tão incerto.