SEMANÁRIO LITÚRGICO
TRÍDUO PASCAL
MISSA VESPERTINA DA CEIA DO SENHOR
TRÍDUO PASCAL
MISSA VESPERTINA DA CEIA DO SENHOR
Segundo antiga tradição da Igreja, proíbe-se neste dia qualquer Missa sem povo.
Na hora mais oportuna da tarde, seja celebrada a Missa da Ceia do Senhor com plena participação de toda a comunidade local, desempenhando todos os sacerdotes e ministros suas respectivas funções.
Onde uma razão pastoral exigir, o Ordinário do lugar poderá permitir que se celebre a tarde outra missa, em igrejas e oratórios públicos e semipúblicos. E, em caso de verdadeira necessidade, também pela manhã, mas somente onde não se possa absolutamente participar da Missa vespertina. Cuide-se, porém, que tais celebrações não se façam por interesse particular e em prejuízo da Missa vespertina principal.
A comunhão só pode ser dada aos fiéis na própria Missa, mas pode-se levá-la a qualquer hora aos doentes.
1. O tabernáculo esteja totalmente vazio. Para a comunhão do clero e do povo, hoje e amanhã, consagre-se na própria Missa a quantidade de pão suficiente.
CANTO DE ENTRADA
Reunido o povo, o sacerdote dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.
QUANTO A NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ
DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
QUE É NOSSA SALVAÇÃO, NOSSA VIDA,
NOSSA ESPERANÇA DE RESSUREIÇÃO,
É PELO QUAL FOMOS SALVOS E LIBERTOS.
ESTA É A NOITE DA CEIA PASCAL,
A CEIA EM QUE NOSSO CORDEIRO SE IMOLOU.
QUANTO A NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ
DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
QUE É NOSSA SALVAÇÃO, NOSSA VIDA,
NOSSA ESPERANÇA DE RESSUREIÇÃO,
É PELO QUAL FOMOS SALVOS E LIBERTOS.
ESTA É A NOITE DA CEIA DO AMOR.
A CEIA EM QUE JESUS POR NÓS SE ENTREGOU.
QUANTO A NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ
DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
QUE É NOSSA SALVAÇÃO, NOSSA VIDA,
NOSSA ESPERANÇA DE RESSUREIÇÃO,
É PELO QUAL FOMOS SALVOS E LIBERTOS.
ESTA É A CEIA DA NOVA ALIANÇA.
A ALIANÇA CONFIRMADA NO SANGUE DO SENHOR.
QUANTO A NÓS DEVEMOS GLORIAR-NOS NA CRUZ
DE NOSSO SENHOR JESUS CRISTO
QUE É NOSSA SALVAÇÃO, NOSSA VIDA,
NOSSA ESPERANÇA DE RESSUREIÇÃO,
É PELO QUAL FOMOS SALVOS E LIBERTOS.
Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.
SAUDAÇÃO
Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:
Pres: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo.
Ass: Amém.
Depois, o sacerdote, abrindo os braços, saúda o povo, dizendo:
Pres: A graça de nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
Ass: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.
ATO PENITENCIAL
Pres: Em Jesus Cristo, o Justo, que intercede por nós e nos reconcilia com o Pai, abramos nosso espírito ao arrependimento para sermos menos indignos de aproximar-nos da mesa do Senhor.
Após um momento de silêncio, usa-se a seguinte fórmula:
Pres: Senhor, que lavastes os pés dos discípulos para que tivessem parte convosco, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Pres: Cristo, que sois o pão da vida descido do céu para que vivêssemos eternamente, tende piedade de nós.
Ass: Cristo, tende piedade de nós.
Pres: Senhor, que no vosso sangue vos fizestes garantia da nova e eterna aliança, tende piedade de nós.
Ass: Senhor, tende piedade de nós.
Segue-se a absolvição sacerdotal:
Pres: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna.
Ass: Amém.
HINO DE LOUVOR
3. Diz-se o Glória. Durante o canto, tocam-se os sinos, que permanecerão depois silenciosos até a Vigília Pascal.
GLORIA, A DEUS NAS ALTURAS!
GLORIA, A DEUS NAS ALTURAS!
E PAZ NA TERRA AOS HOMENS DE BOA VONTADE.
NÓS VOS LOUVAMOS, NÓS VOS BENDIZEMOS,
NÓS VOS ADORAMOS, NÓS VOS GLORIFICAMOS,
NÓS VOS DAMOS GRAÇAS POR VOSSA IMENSA GLÓRIA.
GLORIA, A DEUS NAS ALTURAS!
GLORIA, A DEUS NAS ALTURAS!
SENHOR DEUS, REI DOS CÉUS,
DEUS PAI TODO-PODEROSO
SENHOR FILHO ÚNICO, JESUS CRISTO,
SENHOR DEUS, CORDEIRO DE DEUS, FILHO DE DEUS PAI.
GLORIA, A DEUS NAS ALTURAS!
GLORIA, A DEUS NAS ALTURAS!
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS.
VÓS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
ACOLHEI A NOSSA SÚPLICA.
VÓS QUE ESTAIS À DIREITA DO PAI, TENDE PIEDADE DE NÓS
TENDE PIEDADE DE NÓS.
SÓ VÓS SOIS O SANTO, SÓ VÓS, O SENHOR,
SÓ VÓS, O ALTÍSSIMO, JESUS CRISTO,
COM O ESPÍRITO SANTO,
NA GLÓRIA DE DEUS PAI.
AMÉM!
Ou, para a recitação:
Ass: Glória a Deus nas alturas, e paz na terra aos homens por Ele amados. Senhor Deus, Rei dos Céus, Deus Pai Todo-Poderoso, nós Vos louvamos, nós Vos bendizemos, nós Vos adoramos, nós Vos glorificamos, nós Vos damos graças, por Vossa imensa glória. Senhor Jesus Cristo, Filho Unigênito, Senhor Deus, Cordeiro de Deus, Filho de Deus Pai: Vós que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós; Vós que tirais o pecado do mundo, acolhei a nossa súplica; Vós que estais à direita do Pai, tende piedade de nós. Só Vós sois o Santo; só Vós, o Senhor; só Vós, o Altíssimo, Jesus Cristo; com o Espírito Santo, na glória de Deus Pai. Amém!
ORAÇÃO DO DIA
4. Pres: Oremos.
E todos oram em silencio, por algum tempo. Então o sacerdote, abrindo os braços reza a oração:
Ó Pai, estamos reunidos para a santa Ceia, na qual o vosso Filho Unigênito, ao entregar-se à morte, deu à sua Igreja um novo e eterno sacrifício, como banquete do seu amor. Concedei-nos, por mistério tão excelso, chegar à plenitude da caridade e da vida. Por nosso Senhor Jesus Cristo, vosso Filho, que é Deus, e convosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.
Ass: Amém.
PRIMEIRA LEITURA
(Ex 12, 1-8. 11-14)
Ritual da ceia pascal.
Naqueles dias, o Senhor disse a Moisés e a Aarão no Egito: “Este mês será para vós o começo dos meses; será o primeiro mês do ano. Falai a toda a comunidade dos filhos de Israel, dizendo: ‘No décimo dia deste mês, cada um tome um cordeiro por família, um cordeiro para cada casa. Se a família não for bastante numerosa para comer um cordeiro, convidará também o vizinho mais próximo, de acordo com o número de pessoas. Deveis calcular o número de comensais, conforme o tamanho do cordeiro. O cordeiro será sem defeito, macho, de um ano. Podereis escolher tanto um cordeiro, como um cabrito: e devereis guardá-lo preso até ao dia catorze deste mês. Então toda a comunidade de Israel reunida o imolará ao cair da tarde. Tomareis um pouco do seu sangue e untareis os marcos e a travessa da porta, nas casas em que o comerem. Comereis a carne nessa mesma noite, assada ao fogo, com pães ázimos e ervas amargas. Assim devereis comê-lo: com os rins cingidos, sandálias nos pés e cajado na mão. E comereis às pressas, pois é a Páscoa, isto é, a ‘Passagem’ do Senhor! E naquela noite passarei pela terra do Egito e ferirei na terra do Egito todos os primogênitos, desde os homens até os animais; e infligirei castigos contra todos os deuses do Egito, eu, o Senhor. O sangue servirá de sinal nas casas onde estiverdes. Ao ver o sangue, passarei adiante, e não vos atingirá a praga exterminadora, quando eu ferir a terra do Egito. Este dia será para vós uma festa memorável em honra do Senhor, que haveis de celebrar por todas as gerações, como instituição perpétua.”
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.SALMO RESPONSORIAL
— O CÁLICE POR NÓS ABENÇOADO É A NOSSA COMUNHÃO COM O SANGUE DE SENHOR.
— Que poderei retribuir ao Senhor Deus por tudo aquilo que ele fez em meu favor? Elevo o cálice da minha salvação, invocando o nome santo do Senhor.
— É sentida por demais pelo Senhor a morte de seus santos, seus amigos. Eis que sou o vosso servo, ó Senhor, mas me quebrastes os grilhões da escravidão!
— Por isso oferto um sacrifício de louvor, invocando o nome santo do Senhor. Vou cumprir minhas promessas ao Senhor na presença de seu povo reunido.
SEGUNDA LEITURA
(1Cor 11, 23-26)
Todas as vezes que comerdes deste pão e beberdes
deste cálice proclamais a morte do Senhor.
Leitor: Leitura da Primeira Carta de São Paulo aos Coríntios.
Irmãos: O que eu recebi do Senhor, foi isso que eu vos transmiti: Na noite em que foi entregue, o Senhor Jesus tomou o pão e, depois de dar graças, partiu-o e disse: “Isto é o meu corpo que é dado por vós. Fazei isto em minha memória.” Do mesmo modo, depois da ceia, tomou também o cálice e disse: “Este cálice é a nova aliança, em meu sangue. Todas as vezes que dele beberdes, fazei isto em minha memória.” Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.
Leitor: Palavra do Senhor.
Ass: Graças a Deus.ACLAMAÇÃO AO EVANGELHO
EU VOS DOU UM NOVO MANDAMENTO:
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI
DISSE O SENHOR
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI
DISSE O SENHOR.
O SENHOR NA QUINTA-FEIRA SANTA
PÔS ÁGUA NA BACIA E COMEÇOU
A LAVAR OS PÉS DOS SEUS DISCÍPULOS.
PÔS ÁGUA NA BACIA E COMEÇOU
A LAVAR OS PÉS DOS SEUS DISCÍPULOS.
EU VOS DOU UM NOVO MANDAMENTO:
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI
DISSE O SENHOR
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI
DISSE O SENHOR.
Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do sacerdote, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O sacerdote diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.
Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.
EVANGELHO
(Jo 13, 1-15)
Amou-os até o fim.
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor.
Então o diácono ou o sacerdote, se for oportuno, incensa o livro e proclama o Evangelho.
Diác ou Sac: Era antes da festa da Páscoa. Jesus sabia que tinha chegado a sua hora de passar deste mundo para o Pai; tendo amado os seus que estavam no mundo, amou-os até o fim. Estavam tomando a ceia. O diabo já tinha posto no coração de Judas, filho de Simão Iscariotes, o propósito de entregar Jesus. Jesus, sabendo que o Pai tinha colocado tudo em suas mãos e que de Deus tinha saído e para Deus voltava, levantou-se da mesa, tirou o manto, pegou uma toalha e amarrou-a na cintura. Derramou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos, enxugando-os com a toalha com que estava cingido. Chegou a vez de Simão Pedro. Pedro disse: “Senhor, tu me lavas os pés?” Respondeu Jesus: “Agora, não entendes o que estou fazendo; mais tarde compreenderás.” Disse-lhe Pedro: “Tu nunca me lavarás os pés!” Mas Jesus respondeu: “Se eu não te lavar, não terás parte comigo.” Simão Pedro disse: “Senhor, então lava não somente os meus pés, mas também as mãos e a cabeça.” Jesus respondeu: “Quem já se banhou não precisa lavar senão os pés, porque já está todo limpo. Também vós estais limpos, mas não todos.” Jesus sabia quem o ia entregar; por isso disse: “Nem todos estais limpos.” Depois de ter lavado os pés dos discípulos, Jesus vestiu o manto e sentou-se de novo. E disse aos discípulos: “Compreendeis o que acabo de fazer? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, pois eu o sou. Portanto, se eu, o Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar os pés uns dos outros. Dei-vos o exemplo, para que façais a mesma coisa que eu fiz.”
Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.
O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados.
HOMILIA
LAVA-PÉS
5. Após a homilia, na qual se focalizam os principais mistérios celebrados por esta Missa (a instituição da Sagrada Eucaristia e do sacerdócio, e o mandamento do Senhor sobre a caridade fraterna), procede-se ao lava-pés, se razões pastorais o aconselharem.
6. As pessoas escolhidas são levadas pelos ministros aos bancos preparados em um lugar conveniente. O sacerdote (retirando a casula, se necessário) aproxima-se de cada um, lavando-lhe e enxugando-lhe os pés, auxiliado pelos ministros.
7. Enquanto se realiza o lava-pés, cantam-se algumas das seguintes antífonas ou outros cantos apropriados.
Primeira antífona (Cf. Jo 13, 4.5.15)
JESUS ERGUENDO-SE DA CEIA
JARRO E BACIA TOMOU
LAVOU OS PÉS DOS DISCÍPULOS
ESTE EXEMPLO NOS DEIXOU.
Segunda antífona (Jo 13, 6.7.8)
AOS PÉS DE PEDRO INCLINOU-SE.
- Ó MESTRE, NÃO POR QUEM ÉS!
- NÃO TERÁS PARTE COMIGO,
SE NÃO LAVAR OS TEUS PÉS.
- NÃO TERÁS PARTE COMIGO,
SE NÃO LAVAR OS TEUS PÉS.
- ÉS O SENHOR, TU ÉS O MESTRE,
OS MEUS PÉS NÃO LAVARÁS!
- O QUE ORA FAÇO NÃO SABES
MAS DEPOIS COMPREENDERÁS.
Terceira antífona (Cf. Jo 13, 14)
SE EU, VOSSO MESTRE E SENHOR,
VOSSOS PÉS HOJE LAVEI,
LAVAI OS PÉS UNS DOS OUTROS:
EIS A LIÇÃO QUE VOS DEI.
LAVAI OS PÉS UNS DOS OUTROS:EIS A LIÇÃO QUE VOS DEI.
EIS COMO IRÃO RECONHECER-VOS
COMO DISCÍPULOS MEUS
SE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
DISSE JESUS PARA OS SEUS
Quinta antífona (Jo 13, 34)
DOU-VOS NOVO MANDAMENTO
DEIXO AO PARTIR NOVA LEI
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI.
QUE VOS AMEIS UNS AOS OUTROS
ASSIM COMO EU VOS AMEI.
8. Logo após o lava-pés ou, onde foi omitido, após a homilia, faz-se a oração dos fiéis.
Omite-se o Creio.
OFERTÓRIO
9. Dando inicio a liturgia eucarística, poder-se-a organizar uma procissão dos fiéis com donativos para os pobres, durante a qual se entoa o canto seguinte ou outro adequado:
ONDE O AMOR E A CARIDADE, DEUS AÍ ESTÁ!
ONDE O AMOR E A CARIDADE, DEUS AÍ ESTÁ!
CONGREGOU-NOS NUM SÓ CORPO O AMOR DE CRISTO
EXULTEMOS, POIS, E NELE JUBILEMOS.
AO DEUS VIVO NÓS TEMAMOS, MAS AMEMOS.
E, SINCEROS, UNS AOS OUTROS, NOS QUEIRAMOS.
ONDE O AMOR E A CARIDADE, DEUS AÍ ESTÁ!
ONDE O AMOR E A CARIDADE, DEUS AÍ ESTÁ!
ONDE O AMOR E A CARIDADE, DEUS AÍ ESTÁ!
TODOS JUNTOS, NUM SÓ CORPO CONGREGADOS:
PELA MENTE NÃO SEJAMOS SEPARADOS!
CESSEM LUTAS, CESSEM RIXAS, DISSENSÕES,
MAS ESTEJA EM NOSSO MEIO CRISTO DEUS!
ONDE O AMOR E A CARIDADE, DEUS AÍ ESTÁ!
JUNTO UM DIA, COM OS ELEITOS, NÓS VEJAMOS
TUA FACE GLORIOSA, CRISTO DEUS:
GÁUDIO PURO, QUE É IMENSO E QUE AINDA VEM,
PELOS SÉCULOS DOS SÉCULOS. AMÉM.
ONDE O AMOR E A CARIDADE, DEUS AÍ ESTÁ!
ONDE O AMOR E A CARIDADE, DEUS AÍ ESTÁ!
O sacerdote, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, senhor, Deus do Universo, pelo pão que recebemos da Vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Pão da vida.
Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal. O diácono ou o sacerdote derrama vinho e um pouco d´água no cálice, rezando em silêncio:
Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.
Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos da Vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano: que agora Vos apresentamos e que para nós se vai tornar Vinho da Salvação.
Ass: Bendito seja Deus para sempre!
Coloca o cálice sobre o corporal.
O sacerdote, inclinado, reza em silêncio:
De coração contrito e humilde, sejamos, Senhor, acolhidos por vós; e seja o nosso sacrifício de tal modo oferecido que vos agrade, Senhor, nosso Deus.
Se for oportuno, incensa as oferendas e o altar. Depois o diácono ou o ministro incensa o sacerdote e o povo.
O sacerdote, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.
ORAÇÃO SOBRE AS OFERENDAS
No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o sacerdote diz:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para glória do seu nome, para nosso bem e de toda a santa Igreja.
Em seguida, abrindo os braços, o sacerdote reza a oração sobre as oferendas;
10. Pres: Concedei-nos, ó Deus, a graça de participar dignamente da Eucaristia, pois todas as vezes que celebramos este sacrifício em memória do vosso Filho, torna-se presente a nossa redenção. Por Cristo, nosso Senhor.
Ass: Amém.
PREFÁCIO DA SANTÍSSIMA EUCARISTIA I
Eucaristia, sacrifício e sacramento de Cristo
Pres: O Senhor esteja convosco.
Ass: Ele está no meio de nós.
Erguendo as mãos, o sacerdote prossegue:
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
Pres: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus.
O sacerdote, com os braços abertos, acrescenta:
Pres: Demos graças ao Senhor, nosso Deus.
Ass: É nosso dever e nossa salvação.
O sacerdote, de braços abertos, continua o prefácio.
Pres: Na verdade, é justo e necessário, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso, por Cristo, Senhor nosso. Ele, verdadeiro e eterno sacerdote, oferecendo-se a vós pela nossa salvação, instituiu o Sacrifício da nova Aliança e mandou que o celebrássemos em sua memória. Sua carne, imolada por nós, é o alimento que nos fortalece. Seu sangue, por nós derramado, é a bebida que nos purifica. Por essa razão, os anjos do céu, as mulheres e homens da terra, unidos a todas as criaturas, proclamamos, jubilosos, vossa glória, cantando (dizendo) a uma só voz:
SANTO
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR NOSSO DEUS!
SENHOR DEUS DO UNIVERSO, O CÉU E A TERRA
PROCLAMAM VOSSA GLÓRIA. HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR NOSSO DEUS!
BENDITO O QUE VEM EM NOME DO SENHOR.
HOSANA NAS ALTURAS! HOSANA NAS ALTURAS!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR!
SANTO, SANTO, SANTO É O SENHOR NOSSO DEUS!
Ou, para a recitação:
Ass: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do Universo! O Céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!
ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
Pres: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,
une as mãos e traça o sinal da cruz sobre o pão e o cálice ao mesmo tempo, dizendo:
que aceiteis e abençoeis ✠ estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo, O sacerdote, de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa João, o nosso Bispo N., e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.
O povo aclama:
Ass: Abençoai nossa oferenda, ó Senhor!Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N.N.
une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço.
Ass: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos!
Infra actionem
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos este dia santo em que nosso Senhor Jesus Cristo foi entregue por nós. E veneramos a sempre Virghem Maria, Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo; e também São José, esposo de Maria, os santos apóstolos e mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damião), e todos os vossos santos. (Por Cristo, Senhor nosso. Amém.)
Ass: Em comunhão com vossos Santos vos louvamos!
O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.(Por Cristo, Senhor nosso. Amém.).
Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Ass: Enviai o vosso Espírito Santo!
O sacerdote une as mãos.Nas fórmulas que se seguem, as palavras do Senhor sejam proferidas de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Pres: Na noite em que ia ser entregue, para padecer pela salvação de todos, isto é, hoje,
toma o pão, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar,inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos,
eleva os olhos
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena, fazendo gunuflexão para adorá-la.
Então prossegue:
Do mesmo modo, ao fim da ceia,
toma o cálice nas mãos, mantendo-o um pouco elevado sobre o altar, inclina-se levemente, e prossegue:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e faz genuflexão para adorá-lo.
Em seguida, diz:
Mistério da fé!
Ass: Anunciamos, Senhor, a vossa morte e proclamamos a vossa ressurreição. Vinde, Senhor Jesus!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Pres: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação.
Prossegue, de braços abertos:
Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.
Une as mãos.(Por Cristo, Senhor nosso. Amém.)
Ass: Aceitai, ó Senhor, a nossa oferta!
O sacerdote, de braços abertos, diz:
Ass: O Espírito nos una num só corpo!
Pres: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, Senhor nosso. Amém.)Ass: O Espírito nos una num só corpo!
Memento dos defuntos.
O sacerdote, de braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e reza em silêncio.
De braços abertos, prossegue:A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.(Por Cristo, Senhor nosso. Amém)
Ass: Concedei-lhes, ó Senhor, a luz eterna!
Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, Senhor nosso.4C: Por ele não cessais de criar e santificar estes bens e distribuí-los entre nós.
Ergue o cálice e a patena com a hóstia, dizendo:
Pres: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
AMÉM. AMÉM. A-A-A-A-AMÉM.
AMÉM. AMÉM. A-A-A-A-AMÉM.
Ou, para a recitação:
Ass: Amém!
ORAÇÃO DO SENHOR
Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Antes de participar do banquete da Eucaristia, sinal de reconciliação e vínculo de união fraterna, rezemos, juntos, como o Senhor nos ensinou:
O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.
O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!
O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.
O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.
SAUDAÇÃO DA PAZ
Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.
FRAÇÃO DO PÃO
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.
Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
TENDE PIEDADE DE NÓS, TENDE PIEDADE DE NÓS.
CORDEIRO DE DEUS QUE TIRAIS O PECADO DO MUNDO,
DAI-NOS A PAZ, DAI-NOS A PAZ, SENHOR, A VOSSA PAZ!
Ou, para a recitação:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo,pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Felizes os convidados para a Ceia do Senhor. Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.
COMUNHÃO
13. Distribuída a comunhão, a reserva eucarística para a comunhão do dia seguinte é deixada sobre o altar, e conclui-se a Missa com a oração depois da comunhão.
O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.
Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.
Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.
EU QUIS COMER ESTA CEIA AGORA,
POIS VOU MORRER JÁ CHEGOU MINHA HORA.
TOMAI, COMEI É MEU CORPO E MEU SANGUE QUE DOU.
VIVEI NO AMOR! EU VOU PREPARAR A CEIA NA CASA DO PAI.
TOMAI, COMEI É MEU CORPO E MEU SANGUE QUE DOU.
VIVEI NO AMOR! EU VOU PREPARAR A CEIA NA CASA DO PAI.
COMEI O PÃO; É MEU CORPO IMOLADO
POR VÓS, PERDÃO PARA TODO PECADO.
TOMAI, COMEI É MEU CORPO E MEU SANGUE QUE DOU.
VIVEI NO AMOR! EU VOU PREPARAR A CEIA NA CASA DO PAI.
TOMAI, COMEI É MEU CORPO E MEU SANGUE QUE DOU.
VIVEI NO AMOR! EU VOU PREPARAR A CEIA NA CASA DO PAI.
E VAI NASCER DO MEU SANGUE A ESPERANÇA,
O AMOR, A PAZ; UMA NOVA ALIANÇA.
TOMAI, COMEI É MEU CORPO E MEU SANGUE QUE DOU.
VIVEI NO AMOR! EU VOU PREPARAR A CEIA NA CASA DO PAI.
TOMAI, COMEI É MEU CORPO E MEU SANGUE QUE DOU.
VIVEI NO AMOR! EU VOU PREPARAR A CEIA NA CASA DO PAI.
Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal e transforme para nós em remédio eterno.
O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.
ORAÇÃO DEPOIS DA COMUNHÃO
14. Pres: Oremos.
E todos, com o sacerdote, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração:
Ó Deus todo-poderoso, assim como hoje nos renovastes pela Ceia do vosso Filho, dai-nos ser eternamente saciados no banquete do seu reino. Por Cristo, nosso Senhor.
O povo aclama:
Ass: Amém.TRANSLADAÇÃO DO SANTÍSSIMO SACRAMENTO
15. Terminada a oração, o sacerdote, de pé ante o altar, põe incenso no turíbulo e, ajoelhando-se, incensa três vezes o Santíssimo Sacramento. Recebendo o véu umeral, toma o cibório e o recobre com o véu.
16. Forma-se a procissão, precedida pelo cruciferário, para conduzir o Santíssimo Sacramento, com tochas e incenso, pela igreja até o local da reposição, preparado numa capela devidamente ornada. Durante a procissão canta-se Vamos todos (exceto as duas últimas estrofes) ou outro canto eucarístico.
DEUS DE AMOR NÓS TE ADORAMOS NESTE SACRAMENTO
CORPO E SANGUE QUE FIZESTE NOSSO ALIMENTO.
ÉS O DEUS ESCONDIDO, VIVO E VENCEDOR.
A TEUS PÉS DEPOSITAMOS TODO NOSSO AMOR.
MEUS PECADOS REDIMISTE SOBRE A TUA CRUZ,
COM TEU CORPO E COM TEU SANGUE, Ó SENHOR JESUS.
SOBRE OS NOSSOS ALTARES, VÍTIMA SEM PAR,
TEU DIVINO SACRIFÍCIO QUERES RENOVAR.
NO CALVÁRIO SE ESCONDIA TUA DIVINDADE,
MAS AQUI TAMBÉM SE ESCONDE A TUA HUMANIDADE:
CREIO EM AMBAS E PEÇO, COMO O “BOM LADRÃO”,
NO TEU REINO, ETERNAMENTE, TUA SALVAÇÃO
CREIO EM TI, RESSUSCITADO, MAIS QUE SÃO TOMÉ.
MAS AUMENTA NA MINH’ALMA O PODER DA FÉ.
GUARDA MINHA ESPERANÇA, CRESCE O MEU AMOR.
CREIO EM TI, RESSUSCITADO, MEU DEUS E SENHOR!
Ó JESUS QUE NESTA VIDA PELA FÉ EU VEJO,
REALIZA, EU TE SUPLICO, ESTE MEU DESEJO:
VER-TE, ENFIM, FACE A FACE, MEU DIVINO AMIGO,
LÁ NO CÉU, ETERNAMENTE, SER FELIZ CONTIGO.
17. Quando a procissão chega ao local da reposição, o sacerdote deposita o cibório no tabernáculo. Colocado o incenso no turíbulo, ajoelha-se e incensa o Santíssimo Sacramento, enquanto se canta Tão sublime sacramento. Em seguida, fecha-se o tabernáculo.
CANTO
TANTUM ERGO SACRAMENTUM
VENEREMUR CERNUI,
ET ANTIQUUM DOCUMENTUM
NOVO CEDAT RITUI.
PRAESTET FIDES SUPPLEMENTUM
SENSUUM DEFECTUI.
GENITORI GENITOQUE
LAUS ET JUBILATIO.
SALUS, HONOR, VIRTUS QUOQUE
SIT ET BENEDICTIO!
PROCEDENTI AB UTROQUE
COMPAR SIT LAUDATIO!
AMEN!
18. Após alguns momentos de adoração silenciosa, o sacerdote e os ministros fazem genuflexão e voltam a sacristia.
19. Retiram-se as toalhas do altar e, se possível, as cruzes da igreja. Convém velar as que não possam ser retiradas.
20. Os que participarem da Missa vespertina não rezam as vésperas.
21. Os fiéis sejam exortados a adorarem o Santíssimo, durante algum tempo da noite, segundo as circunstancias do lugar. Contudo, após a meia-noite esta adoração seja feita sem nenhuma solenidade.

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